
Quando as fantasias voam velozes
Quando o calor do desejo queima a pele
Quando a boca pede beijo
E a ausência nos fere...
Num gemido, o corpo chama,
A libido te reclama:
Venha abraçar-me querido!
Meu corpo desprotegido
Anseia pelo teu amor;
E o desejo não espera
A gata então vira fera!
E só teu amor a domina,
Venha, cumpre a tua sina;
Sacia os desejos meus
Toma meu corpo no ensejo
Em que ele pede bis,
Você é o que eu sempre quis...
E sem que haja uma saída,
A distância, não tem medida,
Eu sem você, você sem mim,
Sem que desejássemos assim;
O destino se faz cruel, e desempenha
O papel, de juiz autoritário,
Negando um calendário...
Nem data ele tem para mim!



