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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

QUISERA...



                                      Poesia dedicada à minha neta Eloisa pelo dia da criança

Eu e minha neta

Ah! Quisera eu ver para sempre
O brilho inocente que habita em ti!
Quisera os dias não revelar-te adulta
Para que as coisas do mundo
Não te contaminem...

E não assassinem a tua pureza,
Não adultere a tua simplicidade,
E não te mude a conduta...

Quisera eu ver-te sempre criança
E nas tuas tranças
O calor de minhas mãos...

Das mãos que sonhou
E sonha afagar-te!
Dos braços que abertos,
Espera-te para o abraço...

Para podermos reviver momentos passados
Mas ainda presentes em nós!
Para que não te esqueças, que em ti,
Habita os nossos traços...

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

ASSIM É O POETA...

                                                                      (DIA DO POETA)

                                                                 Imagem do google



O poeta escreve os mares
Escreve a vida, as flores,
Escreve as noites mal dormidas
Escreve os falsos amores;

Escreve os sonhos desfeitos
E as ilusões perdidas,
Escreve cenas de amores
Escreve cenas sofridas...

O poeta vive as rimas,
E vive momentos vãos,
O poeta fala com os olhos,
O poeta chora com as mãos;

Busca sua inspiração
Na lua, nas madrugadas,
Pensa com o coração
Rabisca musas amadas...

E dentre as que ele ama
Tem nos versos a preferida...
À ela seus loucos desejos,
Suas fantasias incontidas...




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domingo, 30 de setembro de 2012

MAUSOLÉU DE SONHOS







Ah! Coração ator,
Representas bem teu papel!
Enganas tua própria dor
Vivendo cenas de amor
Jogando sonhos ao léu.

Deixando que o vento os leve...

Desnuda tuas fantasias
Trabalhando o amor.
E no cenário da alegria,
Cobres-te com seda fria,
E te aqueces no calor.

E te entregas ao desejo...

Queima nos teus lábios o beijo
Que te impõe o papel...
E te entregas ao ensejo.
Cobres-te com lindo véu,
À espera do mausoléu,

Sem mágoas e sem pejo...



sexta-feira, 28 de setembro de 2012

POR TRÁS DAS CORTINAS...


Imagem do google

Atiças o meu desejo,
Faz me voltar a ser menina
Quando esperava ensejos
E queria não ser traquina;
Só beijar às escondidas
Sempre por trás das cortinas!

Quisera poder te ver,
Apalpar todo o teu peito...
Ter o carinho das tuas mãos
Provar que gosto do teu jeito
E que me faz tão feliz!
Que, às vezes, me falta o chão,
O ar, até as palavras.
Bate forte o coração!

Tento falar o que gostas
Mas sai palavras opostas
Porque falar eu não sei, eu não consigo,
Talvez, por pura emoção!

Então espero o momento,
Aquele momento fatal
Que me apertarás num abraço
E eu sentirei o teu corpo
O teu cheiro, a tua força,
Em um momento real!









terça-feira, 18 de setembro de 2012

VIDA







               

Da vida, o “tudo” nós queremos,
Mas nada, nos tem saciados...
D’ela somos um vicio
E sabemos: O mais desregrado!

Ela nos faz paspalhos,
Escravos de vãos amores...
Abundando-nos, nos prazeres,
Afundando-nos, nas dores!

Sugamos o mel da paixão,
Vestimos o luto da morte,
Arriscamos a sorte nos vícios,
Entregamos os vícios à sorte...

E sabendo ser mos perdedores,
Deixamos nos enganar.
Mais vale um falso prazer
Do que viver sem amar...









sábado, 15 de setembro de 2012

FERA E CAÇADOR


                                                                          Imagem do google



FERA E CAÇADOR

Tens a arma que abate
Tens a selva a seu dispor,
Tens os meios para a caça...
Tens a armadilha do amor!

Com a arma, rendes a fera!
Na selva encontras o prazer,
Com o teu garbo, lanças a isca...
Tiro certeiro, sem dor!

É caçador implacável!
Astuto e varonil!
Rompes grilhões e pecados
Muitas vezes quase hostil!

Mas fera e caçador
Dependem da mesma selva,
Devoram a mesma carne,
E vivem prontos pra guerra...






quarta-feira, 12 de setembro de 2012

POR QUE NÃO LEMBRAR?


Imagem do google

Por que hei de negar a beleza da campina,
Mostrando em cada botão, uma flor desabrochar,
O encanto de Cada uma escondida
Na luz e no encantamento do luar...?

Por que hei de negar esse amor de adolescência?
Se o fastio tanto me fez hesitar...
Não lutastes pelo amor que lhe ofertei,
Porque bens, não possuía pra lhe dar!

Sei que o luxo sempre foi seu grande forte,
Eu lutaria por esse amor até à morte!
E esse amor, colocaria sobre o altar...

Não me fez falta, foi um amor passageiro,
A fortuna sempre teve lugar primeiro,
Em sua vida, nunca fiz o meu lugar...